O Mordomo da Casa Branca – Trailer Oficial

      Hoje estará disponível este filme:” O mordomo da casa branca, de 1926, Macon, Estados Unidos. O jovem Eugene Allen vê seu pai ser morto sem piedade por Thomas Westfall (Alex Pettyfer), após estuprar a mãe do garoto. Percebendo o desespero do jovem e a gravidade do ato do filho, Annabeth Westfall (Vanessa Redgrave) decide transformá-lo em um criado de casa, ensinando-lhe boas maneiras e como servir os convidados. O menino cresce vai trabalhar em hotel, se aperfeiçoa profissionalmente, aproveita as oportunidades e segue carreira apenas como O mordomo da casa branca, desta forma trabalhou vários Presidente da República na Casa Branca”, etc

 

 

 

 

De acordo com a ocasião teve que reaprender a viver de forma muito pacífica em relação a escravidão, a discriminação racial, injúria e preconceituosa com relação ao povo Norte Americano.

Este filme ao desenvolver uma análise crítica, apesar de ter sido em uma História real, de sofrimento, dor, humilhação, trabalho escravo, indignação. Mas não acrescentou melhoria para a História do Afrodescendente e do Negro. Porque ele simplesmente foi um Mordomo, assistindo todos os sofrimentos dos demais, das comunidades, sem poder fazer nada, pela sua própria raiz, família, cultura, sem voz representativa, sem militância. Apenas cumpria o seu papel, sua função em que desempenhava no momento profissional da Instituição de nome a Casa Branca.

O filme O Mordomo da Casa Branca, não desempenhou atitude em que pudesse valorizar a pessoa do Mordomo, em ascensão social na carreira profissional, com ambição de perspectivas de crescimento, tanto na vida pessoal como profissional ou até mesmo, talvez na carreira política, sobretudo trabalhando com tantos políticos importantes na Presidência dos Estados Unidos.

Exerceu tempo todo, e com todo o respeito, a transformação do trabalho escravo para doméstico. Mas poderia ter estudado, ter construído uma formação acadêmica, mesmo em situação de repressão e de guerra civil. Será que na ocasião da época? E uma vida privativa referente aos outros. Não permitia, buscar os “direitos civis”, “direitos iguais”. Logo demonstrou a insatisfação do colonialismo de superação europeia perante ao negro e ao afrodescendente, deixando evidente que o racismo, a discriminação racial ainda impera na Europa e no mundo no todos e todos tempos, em pleno século XXI.

“Mas tudo vale a pena se alma

não é pequena”. ( Fernando Pessoa).

A luta tem que ser constante, em busca de melhores condições de vida, de aprendizado, de novas conquistas, de Direitos Civis mesmo com alguns obstáculos de adversidades, mesmo assim, tudo que o ser humano fizer com determinação, com garra, e coragem é possível tentar mudar uma nação, etc…

 

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Att. Roseli

Muito obrigada!

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