LITERATURA AFRODESCÊNDENCIA NO BRASIL: ANTOLOGIA CRÍTICA (4 volumes).

Livros de literatura

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            Segundo organizadores desta obra Eduardo de A. Duarte e Maria Nazareth S. Fonseca, apresentam a importância da literatura negra, os escritores que compõem estes quatro volumes contados por artistas negros e ao mesmo tempo, ignorados, Cruz e Sousa, entre outros.

            O propósito dos organizadores é divulgar, promover compreensão sistemática e abrangente em ascensão social e os números são significativos: em 2.000, 65 ensaístas analisam 75 escritores e 25 escritoras num período de 150 anos, partindo de obras pioneiras como Primeiras Trovas Burlescas (1859), de Luiz Gama, primeiro autor negro a se enunciar como tal, até edições recentes dos Cadernos Negros.

            Segundo depoimentos de historiadores desta época, constam que obras literárias caberiam escrever por escritores brancos e não por escritores negros. Para a escritora Conceição Evaristo, deve-se opor um “contra discurso” à produção traz estereótipo com a pessoa do ser negro, e reforçando está analise. Observa-se a estatística da ausência do papel do negro como personagem, como leitor. Segundo pesquisa realizada em 260 romances contemporâneos mostra 80% das personagens são brancas; 6% mestiças, 8% negras, em sua maioria considerados bandidos, mal caráter, domésticas, escravos, prostitutas, quase de forma impossível estudantes, escritores, pesquisadores. Ou seja, são negados as oportunidades diante deste contexto.

            Literatura afrodescendente representam em sua maioria das vezes que as pessoas de pele branca, são as que são capazes de desenvolver o papel de destaque na sociedade brasileira, como ascensão social na literatura, mesmo sabendo que segundo pesquisa de IBGE – Instituto brasileiro de geografia estatístico apresentam que o Brasil é composto de 50% de afrodescendentes, só perde para a Nigéria. E desta forma, por razão, ainda existe está desigualdade social e racial em termo de empoderamento, uma vez que a conquista de espaço de luta, de poder, é do bem comum. (LIGIA FONSECA FERREIRA, março, 2012). Revista de História da Biblioteca Nacional, Africanos, Muito além da escravidão. Recomendarei  ao apreciar este material, para uma boa leitura.

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            Att. Roseli

         Muito obrigada!

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