Livro Didático Público de História

 

Livro Didático Público da Secretaria de Educação do Paraná, referente a História, Ensino Médio, 2ª Edição, p.201 a 212, ano 2007.

Este conteúdo está sendo analisado como objeto de estudo sobre o ponto de vista de imagem e texto dos Afrodescendentes e dos Africanos. Haja vista, que ao conteúdo Relações de Trabalho: O Porto de Paranaguá no contexto da expansão do capitalismo.

Este conteúdo trata-se basicamente da História do Paraná, tendo em vista que constitui diversos personagens  que contribuíram para o desenvolvimento do Paraná e atualmente constam tanto nos Livros Didáticos Digitais como nas ruas, nos bairros de Curitiba, como homenagem, bem como, SAINT-HILAIRE, Auguste, de origem Francês, Ouvidor Pardinho, Manuel Teixeira de Carvalho, Barão de Teffé, A historiadora Maria Cecília Westphalen, Manuel Antonio Guimarães, O historiador Dennison de Oliveira.

Desta forma a economia paranaense, neste contexto, também estaria integrada à economia internacional. Pode-se perceber que havia uma relação entre o desenvolvimento, de Paranaguá como entreposto comercial com a expansão capitalista no século XIX. Assim como, a construção da estrada de ferro Curitiba/Paranaguá estava associada aos interesses do capitalismo estrangeiro no país, o que repercutiu na vida econômica de Paranaguá e de seu porto. O objetivo da construção desta ferrovia era o escoamento da produção paranaense  e a importação de mercadorias industrializadas. A construção da ferrovia contou com o trabalho de aproximadamente nove mil homens, sendo parte destes homens morreram devido a situação precária de segurança.

Mas em contra partida, observa os pequenos detalhes a contribuição para o desenvolvimento econômico do estado do Paraná, conta com vários homens. Porém ironia do destino, não consta um dos  nomes mais importante desta História, de quem foi o mentor de de execução deste projeto, desta belíssima  obra da estrada de ferrovia do litoral, foi dos irmãos Engenheiro Rebouças, em Curitiba, Antônio e André Rebouças. Motivo pela qual está sendo desenvolvida a análise e crítica de imagens e textos com relação aos afrodescendentes e africanos. Por omissão de conteúdo, de maneira que torna-se negligenciado ao transmitir o material didático digital para os alunos.

Fica o questionamento, o porquê de não constar os nomes como parte da Construção do Paraná? Porquê são negros? Porque os demais foram inseridos. Uma vez que a Constituição 1988, diz que todos são iguais perante a Lei. Embora este fato é de 1884 e 1885. Porém o material foi produzido pela Secretaria da Educação do Paraná, foi elaborado, revisado, editado, publicado no ano de 2007. Será que não daria, para contar como contribuição na História do Paraná? Na realidade de fato. Ainda para uma reflexão como e quando é para citar, lembrar da História do afrodescendente sobretudo do negro, como objeto de Escravidão, neste caso, pôde. Então esta mentalidade já está ultrapassada. Precisa-se romper barreiras, para conseguir almejar o melhor, o justo, para com uma sociedade igualitária. Fica aqui um desafio. Vamos começar?

Att. Roseli Adão

Muito obrigada!

Que Deus abençoe e ilumine o caminho de cada um!

Vale a pena conferir, ler este material.

 

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